Museu Olímpico do Fluminense

Sobre o projeto

É nas piscinas que o Fluminense brilha faz tempo e destaca o Rio como a Capital do Polo Aquático Nacional. Há pouco mais de oito anos, a modalidade de esporte amador foi alçada a esporte olímpico em fase de profissionalização, quando o clube, velho conhecido como celeiro de grandes jogadores, reeditou o projeto de vanguarda realizado na década de 60. Em um formato atualizado e inovador, sob a batuta de grandes e reconhecidos profissionais, decidiu transformar e reformar a estrutura existente.

O trabalho já havia sido iniciado e demandava, àquele ponto, de apoio financeiro para impulsionar o esporte que reúne os mesmos itens da maior paixão nacional - bola, chute, gol e muita emoção. Foi então que, em 2006, entrou em cena o importante patrocínio do BNY Mellon, determinante para que a nova Era de Ouro do Polo Aquático Tricolor fosse carimbada nos mais destacados registros do clube e do país.

Assim, a primeira edição da Exposição Museu Olímpico do Fluminense é aberta. Traz para o espectador um rápido retrospecto do Polo Aquático tricolor, a modalidade mais vitoriosa do clube, entre as olímpicas. Todos os resultados falam por si só. Aqui vamos destacar o sucesso entre esporte e iniciativa privada, parceria que rende resultados positivos, e contar a história dos numerosos títulos conquistados pelos jogadores das Laranjeiras.

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